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Anvisa proíbe venda de lote de whey protein


Suplemento da marca Super Whey 3W, da empresa Integralmédica, apresentou mais carboidrato que o valor declarado no rótulo, de acordo com o laudo da agência
Em fevereiro, a Anvisa havia determinado a proibição do mesmo lote de whey protein
Em fevereiro, a Anvisa havia determinado a proibição do mesmo lote de whey protein (Thinkstock)
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a distribuição e comercialização do lote 003522 2 do suplemento proteico para atletas, sabor baunilha, da marca Super Whey 3W, da empresa Integralmédica. A decisão foi publicada em resolução no Diário Oficial da União desta sexta-feira.
A Anvisa explica que o produto foi proibido após análise laboratorial detectar quantidade de carboidratos superior, em mais de 20%, ao valor declarado no rótulo do produto. O suplemento tem data de validade até abril de 2015. Em 27 de fevereiro de 2014, a agência já havia determinado a proibição deste lote, mas a empresa comprovou ter solicitado perícia de contraprova dentro do prazo previsto em lei. Após essa contraprova, o produto passou por uma terceira análise, a de testemunho.
O laudo, emitido pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, comprovou o resultado insatisfatório para a concentração de carboidrato, de acordo com a agência. O suplemento apresentou 3,65 gramas de carboidratos na porção — mais que o valor de 2,2 gramas declarado na rotulagem.


Minha opinião: Esses cara proibi tudo na área do fitness,  mais cigarro que mata não proíbe nada!!!

fonte http://veja.abril.com.br/noticia/saude/anvisa-proibe-venda-de-lote-de-whey-protein



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Câncer e exercício: Conhece os benefícios?



Atualmente vemos que os casos de pessoas acometidas com algum tipo de câncer vem crescendo. Me lembro que durante minha infância ouvia casos que aconteceram com um “conhecido de um amigo distante”. Até que isso aconteceu na minha família. Só quem passou por isso, teve um parente próximo ou um amigo com câncer sabe como é complicado o tratamento dessa doença.
Eu já havia lido sobre os benefícios da atividade física orientada para pacientes em tratamento de câncer, mas a minha ficha realmente caiu quando eu tive que trabalhar diretamente com um caso na academia. Isso fez com que durante um período eu li muito sobre atividade física e câncer.
Antes de ir para a parte técnica do texto tenho algumas considerações a respeito desse tema para compartilhar com vocês professores:
  • Estudem! Ao ver os benefícios que a atividade física pode promover para pacientes com câncer, vocês verão a ferramenta poderosa  que temos em mãos para melhorar e MUITO a qualidade de vida de um paciente.
  • Muitos pacientes acabam passando pela dificuldade do tratamento em casa, pois não tem informação suficiente e não sabem onde encontrar um profissional de confiança para auxiliá-los (e isso é 100% nossa culpa, educadores físicos!).
  • Acredito plenamente que muito do combate a essa doença é feita mentalmente (mente X câncer), então NUNCA trate um aluno/paciente como um coitado. A situação é exatamente a inversa, o paciente vai ter que ter a mente de um guerreiro para superar todo o tratamento. Então, se chegar um aluno nas suas mãos e pedir sua ajuda para complementar seu tratamento lembre-se: você não está falando com um coitado e sim com um gladiador!
A fase do tratamento do câncer (quimioterapia ou radioterapia) acaba trazendo como consequência efeitos contrários aos efeitos do treinamento. A radiação pode causar fibrose nos pulmões reduzindo a capacidade pulmonar; a quimioterapia leva a um quadro de anemia afetando o transporte de oxigênio, quadro que reduz o débito cardíaco e a quantidade de massa magra.  Os pacientes também apresentam uma fadiga maior para realizar suas atividades diárias.
A atividade física regular (uma caminhada leve por 30 minutos ou mais na maioria dos dias da semana) já apresenta benefícios associados a uma cadeia de eventos desde o sistema nervoso até a contração muscular.  Vou resumir no texto alguns benefícios que podem ajudar muito a fase de tratamento de um câncer.
Imunidade
O mecanismo exato do efeito do exercício sobre a imunidade ainda é desconhecido e necessita de mais estudos. Atualmente a literatura sugere que o exercício tem uma função anti-inflamatória e se praticada a longo prazo, pode proteger o paciente de inflamações crônicas associadas a doença.
Composição corporal
Em alguns casos, pacientes de câncer apresentam obesidade e na grande maioria perda de massa magra. Para pacientes com câncer de mama, uma revisão mostrou que o treinamento aeróbio promove um redução de gordura e o treinamento de força (musculação) a manutenção da massa magra.
Capacidade aeróbia
Apesar de existirem poucos casos de treinamento aeróbio de alta intensidade, alguns dados mostram que esse tipo de treinamento pode preservar a capacidade aeróbia, mesmo concorrendo com os déficits causados pelo efeito da quimioterapia. Pacientes com câncer de origem hematológica (COH) e câncer de mama se beneficiam muito do treinamento aeróbio de intensidade moderada e baixa com uma frequência mínima de 3 dias por semana. Os dados mostram que por aspectos relacionados a segurança, os ergômetros (esteiras e bicicletas) apresentam bons resultados psicológicos e fisiológicos.
Pacientes com COH mostraram aumentos significantes na taxa de hemoglobina com o treinamento aeróbio. Fato que tem relação com as melhoras na aptidão física e qualidade de vida apresentadas na literatura.
Um estudo específico citado em uma revisão que avaliou somente exercício e pacientes com COH, mostra que deve-se investigar um possível limiar de hemoglobinas e plaquetas para permitir que os pacientes participem de um programa de atividades físicas. Porém, mais investigações são necessárias para estimar esse limiar e possivelmente limiares para diferentes intensidades de exercício aeróbio sem colocar o paciente em risco de infecções.
Força Muscular
Aluns estudos mostram incrementos de 30% a 50% na força em pacientes que praticam musculação durante o tratamento do câncer. O treinamento de força é uma das alternativas mais seguras, porém na maior parte dos trabalhos a musculação é associada a um treinamento aeróbio. Isso dificulta a avaliação dos benefícios somente do treinamento de força.
Aspectos psicológicos
Em pacientes acometidos com câncer de mama, o exercício está associado a uma manutenção positiva da auto-estima.  Outros fatores como ansiedade e depressão também tem seus scores reduzidos.
Conclusão
Muitas revisões que se preocupam em reunir dados desse tema encontram limitações metodológicas nos trabalhos como falta de randomização e delineamentos não controlados. Outro ponto carente na literatura são as atividades de alta intensidade que em alguns casos apresentam respostas positivas porém são pouquíssimo estudadas. Porém, podemos pensar em vários aspectos positivos levantados nesses trabalhos que colocam a atividade física como um grande “auxiliador” do processo que envolve o tratamento do câncer.

Quem acompanha ou já acompanhou algum paciente sabe que existem alguns períodos que sucedem a quimioterapia onde o corpo fica bem fragilizado, porém fora esses períodos o paciente pode treinar praticamente em qualquer intensidade se o treinamento for bem prescrito.
Conheça seu aluno, estude, estude e ESTUDE!
E saiba que você nunca está sozinho nessa, procure ajuda, converse, discuta pois só assim temos como melhorar.
Nossa profissão ainda precisa conquistar um espaço mais que merecido…

escrito por
Por Yuri Motoyama
(Prof. Suspiro Reto)
Referencias
COURNEYA, Kerry S. et al. Effects of aerobic and resistance exercise in breast cancer patients receiving adjuvant chemotherapy: a multicenter randomized controlled trial. Journal of Clinical Oncology, v. 25, n. 28, p. 4396-4404, 2007.
KRUIJSEN-JAARSMA, Mirjam et al. Effects of exercise on immune function in patients with cancer: a systematic review. Exerc Immunol Rev, v. 19, p. 120-43, 2013.
WOLIN, Kathleen Y. et al. Exercise in adult and pediatric hematological cancer survivors: an intervention review. Leukemia, v. 24, n. 6, p. 1113-1120, 2010.


fonte : http://4x15.com.br/noticias/
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Musculação feminina diminui risco de diabetes

As mulheres estão se tornando figuras cada vez mais constantes nas academias de musculação buscando não somente um corpo mais bonito como também níveis melhores de saúde e os benefícios deste tipo de atividade recebeu mais um incentivo porque a musculação feminina diminui o risco de diabetes.
Esta conclusão foi tirada após um estudo de oito anos feito pela Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard que acompanhou neste período cerca de 100 mil enfermeiras nos Estados Unidos que realizavam exercícios de resistência durante os treinos de musculação.
Musculação feminina diminui risco de diabetes

Como a musculação feminina diminui risco de diabetes

A diabetes leva ao surgimento de uma insulina sem ação ou ainda ao mau funcionamento das células que produzem este hormônio proporcionando o uso do açúcar como fonte de energia fazendo com que os seus excessos sejam depositados em órgãos como músculos e fígado.
Com a prática de pelo menos 150 minutos de exercícios aeróbicos e 1 hora de musculação com atividades como levantar pesos ou fazer flexões reduz em um terço a chance das mulheres desenvolverem diabetes.
A musculação em mulheres associada com atividades aeróbicas vai criar uma massa muscular mais desenvolvida e forte que será a grande proteção do corpo feminino contra a diabetes já que o excesso de peso eleva o risco de adquirir este tipo de doença.
No entanto, a realização destas atividades físicas precisa ser feita de forma constante e não apenas esporadicamente bem como necessita ser associada a uma alimentação saudável e equilibrada para conseguir os resultados almejados.
Assim, mais uma evidência científica aponta que a musculação feminina diminui o risco de diabetes tipo 2 sendo um estímulo adicional para que você saia do sedentarismo e se dedique de forma adequada a este tipo de atividade física.
FONTE: http://www.musculacaoecia.com.br/musculacao-feminina-diminui-risco-de-diabetes/
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Álcool e Musculação



ÁLCOOL ENGORDA


O álcool é uma fonte de calorias vazias, ou seja, sem valor nutricional algum. Uma dose de vodka tem por volta de 100 calorias. Se você está tentando perder gordura, é melhor pensar duas vezes antes de beber.
Além do valor calórico, ele também diminui seu metabolismo, pois interrompe o ciclo de kreb, impedindo as gorduras de serem quebradas para serem usadas como energia.
Um metabolismo lento significa menor queima de caloria, e por consequência, maior acúmulo de gordura.

ÁLCOOL DESIDRATA


Consumir álcool afeta e muito a hipertrofia. Além da possibilidade de ficar de ressaca no dia seguinte, e não comer direito e nem ir treinar, o álcool deixa seu corpo desidrata por um ou mais dias.
Essa desidratação diminui em 20% a síntese protéica, além de atrapalhar várias outras funções do organismo, pois todas a reações ocorrem em meio aquoso.
Músculos hidratados ou super-hidratados (quando se usa creatina) possibilitam um ambiente favorável ao anabolismo. Músculos desidratados, ambiente favorável ao catabolismo.


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bata doce


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Os benefícios da corrida vão muito além de um corpo bonito



A corrida derrete gordura e aumenta a resistência. Ainda traz benefícios que você não enxerga e se espalham pelo corpo todo. Confra!

Exercita a cabeça Os experts em exercício afrmam que toda atividade que exige foco e concentração é positiva do ponto de vista neurológico, porque estimula o raciocínio. "Correr regularmente também melhora a memória e outras funções cognitivas", completa o professor Guilherme Arnone.

Melhora o sono Pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, sugeriram a pessoas sedentárias e com difculdades para dormir que incluíssem na rotina trotes de 20 a 30 minutos dia sim, dia não. O resultado foi que o grupo reduziu pela metade o tempo para pegar no sono - e ainda aumentou em quase 60 minutos a quantidade de horas dormidas.

Previne doenças Correr fortalece o sistema imunológico e eleva a produção de macrófagos, células que atacam bactérias e vírus. Um estudo da Universidade Estadual Appalachian, nos Estados Unidos, comprovou que o trabalho dessas células é mais efcaz no momento em que o corpo está em atividade, quando elas circulam mais depressa pelo organismo.

Aumenta a autoestima
Um estudo realizado por neurologistas da Universidade de Bonn, na Alemanha, comprovou que há mais ligações de receptores de endorfna em quem corre do que em praticantes de outras atividades físicas. Sem contar que o fato de conseguir evoluir um pouquinho a cada dia faz um bem danado para a autoconfança.

Deixa o coração resistente A corrida melhora o fuxo sanguíneo nas coronárias (artérias que irrigam o coração) e estimula a capacidade de contração do músculo cardíaco.
Tudo isso afasta o risco de aterosclerose, que é o estreitamento de vasos devido a placas de gordura e que leva ao infarto.

Atenção, peça água!
Quando você corre, perde líquido e sais minerais por causa da transpiração. Por isso, é preciso fcar atenta à hidratação durante o exercício. Para treinos que duram até 60 minutos, beber água (pequenos goles a cada 20 minutos) é sufciente. Quando o tempo de corrida for superior a uma hora, a nutricionista Ligia Henriques recomenda o consumo de uma bebida esportiva, que, além de água, contém eletrólitos (sais minerais, como sódio, potássio, cálcio e magnésio) e carboidratos. Outra opção para o corpo não entrar em pane é consumir um sachê de gel de carboidrato diluído em água
a cada 30 minutos de exercício.


fonte: http://boaforma.abril.com.br/desafios/corrida/muito-alem-corpo-bonito-689316.shtml
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“Canelite” ou Síndrome do Stress Tibial Medial

10151573_376665649138416_1308516280_nPor Diego Soave (Partiuacademia)
Você que corre e sente aquela dor incômoda na parte anterior da perna, no osso da canela (tíbia) e tem sua performance prejudicada por causa disto. Fique atento nos possíveis fatores de risco associados a esta patologia:
- Biomecânica do gesto motor da corrida incorreto;
- Desequilíbrio muscular entre cadeia anterior e posterior da perna, assim como o encurtamento dos isquiotibiais e panturrilha;
- Aumento desordenado das distâncias e/ou velocidades das corridas;
- Calçado inadequado para o seu tipo de pisada, mais comuns em pisadas supinadas;
- Corrida em terrenos irregulares e/ou superfícies muito duras;
- Maior rotação externa do quadril, principalmente em mulheres;
- Queda do osso navicular (altura da tuberosidade navicular alterada).
Recomenda-se um descanso maior entre as sessões de treino, associado a exercícios específicos de fortalecimento muscular e alongamento. Desta forma causando diminuição do stress e inflamação na região acometida.
 Referências:
Newman P., et al. “Risck factors associated with tibial medial stress syndrome in runners: a sistematic review and meta-analysis.” Open Access Journal of Sports Medicine (2013): 4 229–241.

fonte: http://4x15.com.br/category/noticias/page/2/
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